Grande parte da humanidade passa o tempo aprisionado a algo. E nesse algo há sempre a grandeza da coisificação de tudo.
O homem cria um produto destinado à classe alienada que desde a infância foi ensinada a enxergar tão somente a importância do ter.
O ser é visto como algo que não vale a pena. Nós, seres humanos estamos sempre lutando por coisas que em seu sentido não têm valor algum senão pelo que a mídia nos faz acreditar.
Houve uma época em que a religião era a grande mãe do mundo e isso trouxe grandes guerras. Hoje, a mãe do mundo é o consumismo e isso está trazendo grandes guerras. Porém, essas guerras não envolvem interesses coletivos, mas pessoais. E delas se erguem personagens invisíveis que atacam no silêncio. Tais quais a depressão, o medo, a ansiedade, a falta de amor ao próximo. O livro 1984 de George Owell sempre foi, na verdade, uma profecia vindoura. E, embora nossa ignorância nos faça acreditar que temos liberdade, a verdade é que estamos presos. Presos a futilidades, coisas chulas, pensamentos redundantes, filosofias cíclicas.
O homem não vive mais no mundo chamado “terra”. Muito embora caminhe nele, seu pensamento está sempre nas coisas. Objetos, desejos e fantasias.
No final de tudo é que muitos descobrem que as coisas que pareciam mais importantes, na verdade, eram as mais desprezíveis. Outros descobrem isso antes. Porém, só o que lhes restam é conformar-se com a ignorância alheia e com a própria ignorância ao tentar mudar pensamentos.
No final, são os super-heróis humanos que corrompem a própria natureza das coisas. Isso porque não se pode encontrar a verdade naquilo que o homem cria. O homem impõe limites a tudo. E, em toda limitação, há validades, defeitos, imperfeições. A natureza do homem é inconstante.
Seria bom que todos pudessem refletir sobre a frase a seguir: “Onde houver limitações, não haverá verdades”.
Mas, onde está a verdade afinal? Dentro de você? Sim. Entretanto, não é de você que ela parte. Nem da ciência, religião ou achismos. E, embora busquemos meios para explicar tudo à volta, mesmo caindo em contradições, Abandona-se o principio da verdade, fazendo-a assumir a forma de “fantasia”. Um princípio que está em tudo, porém, a cegueira da maioria não os permite ir além. E caso consigam ver, destes poucos, alguns contados manterão os olhos abertos. Porque é mais fácil viver no mundo das interrogações e manter a arrogante posição de "donos do mundo”.
Pode-se dizer que a realidade do homem é a velha fantasia que usurpou o lugar daquilo que ele tanto busca e mantém aprisionado dentro de si.
O homem cria um produto destinado à classe alienada que desde a infância foi ensinada a enxergar tão somente a importância do ter.
O ser é visto como algo que não vale a pena. Nós, seres humanos estamos sempre lutando por coisas que em seu sentido não têm valor algum senão pelo que a mídia nos faz acreditar.
Houve uma época em que a religião era a grande mãe do mundo e isso trouxe grandes guerras. Hoje, a mãe do mundo é o consumismo e isso está trazendo grandes guerras. Porém, essas guerras não envolvem interesses coletivos, mas pessoais. E delas se erguem personagens invisíveis que atacam no silêncio. Tais quais a depressão, o medo, a ansiedade, a falta de amor ao próximo. O livro 1984 de George Owell sempre foi, na verdade, uma profecia vindoura. E, embora nossa ignorância nos faça acreditar que temos liberdade, a verdade é que estamos presos. Presos a futilidades, coisas chulas, pensamentos redundantes, filosofias cíclicas.
O homem não vive mais no mundo chamado “terra”. Muito embora caminhe nele, seu pensamento está sempre nas coisas. Objetos, desejos e fantasias.
No final de tudo é que muitos descobrem que as coisas que pareciam mais importantes, na verdade, eram as mais desprezíveis. Outros descobrem isso antes. Porém, só o que lhes restam é conformar-se com a ignorância alheia e com a própria ignorância ao tentar mudar pensamentos.
No final, são os super-heróis humanos que corrompem a própria natureza das coisas. Isso porque não se pode encontrar a verdade naquilo que o homem cria. O homem impõe limites a tudo. E, em toda limitação, há validades, defeitos, imperfeições. A natureza do homem é inconstante.
Seria bom que todos pudessem refletir sobre a frase a seguir: “Onde houver limitações, não haverá verdades”.
Mas, onde está a verdade afinal? Dentro de você? Sim. Entretanto, não é de você que ela parte. Nem da ciência, religião ou achismos. E, embora busquemos meios para explicar tudo à volta, mesmo caindo em contradições, Abandona-se o principio da verdade, fazendo-a assumir a forma de “fantasia”. Um princípio que está em tudo, porém, a cegueira da maioria não os permite ir além. E caso consigam ver, destes poucos, alguns contados manterão os olhos abertos. Porque é mais fácil viver no mundo das interrogações e manter a arrogante posição de "donos do mundo”.
Pode-se dizer que a realidade do homem é a velha fantasia que usurpou o lugar daquilo que ele tanto busca e mantém aprisionado dentro de si.
